Sindicato e transportadoras chegaram a acordo no que toca aos serviços mínimos, mas a greve mantém-se e sem fim à vista.

A primeira coisa que deve saber é que a greve dos motoristas de transporte de matérias perigosas vai continuar, apesar de estarem assegurados os serviços mínimos – este foi o acordo possível entre os sindicatos e transportadoras, já no final do dia de terça-feira. O que é que isto significa? Já lá vamos.

O país acordou ontem com a notícia de que o Governo iria recorrer a uma requisição civil por causa da greve dos motoristas de matérias perigosas, que parecia longe de se assemelhar ao bloqueio de camionistas que parou o país em 2008, mas por pouco tempo.

Esta requisição civil tinha efeitos imediatos. A questão é que do efeito imediato ao efeito prático vai algum tempo e isso foi o suficiente para causar perturbações na vida dos portugueses. A meio da manhã começavam os avisos: a ANA Aeroportos de Portugal alertava para a falta de combustível nos aeroportos de Lisboa e de Faro, uma vez que já tinham sido atingidas as “reservas de emergência”.

Pouco tempo depois, o Notícias ao Minuto noticiava já que a TAP tinha cancelado um voo, entre Lisboa e Faro, “devido à impossibilidade de abastecimento”. Terá sido o único, até porque a meio da tarde já se sabia que iria

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